segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Na palma da sua mão (interpretação)


Estudo do Texto


1) Esse texto é uma:
a) notícia                              c) carta
b) narração                          d) publicidade

2) Com que objetivo o homem foi consultar uma cartomante?

3) Leia: “Queria saber seu futuro para poder evitá-lo, pois tinha um plano para ludibriar a Morte”
a) O pronome em destaque se refere a que palavra no texto, evitando sua repetição?

b) A conjunção “pois” pode ser substituída, sem alteração de sentido, pela conjunção:
(  ) por isso               (  ) mas          (  ) portanto              (  ) porque

4) De acordo com a cartomante, por que o homem não poderia enganar a morte?

5) Qual foi a previsão da cartomante com relação à morte do homem?

6) A previsão da cartomante se cumpriu? Por quê?

7) De que forma o homem morreu?


8) Releia o final do texto: “E o homem morreu em minutos. A Morte tem mil disfarces”. No texto em questão, qual foi o disfarce usado pela morte?


Respostas:

1) b) narração

2) Para saber quando e como morreria, a fim de evitar sua morte.

3) a) futuro
b) porque
c) Porque o que está previsto não pode ser mudado.

4) Porque a morte tem mil disfarces.

5) Que ele morreria em minutos.

6) Sim, porque ele morreu pouco depois.

7) A cartomante passou sua unha envenenada sobre a linha da mão dele e ele morreu envenenado.

8) A morte estava disfarçada de cartomante.

Interpretação - Fumo Passivo

Enem 2010
Texto I
O chamado "fumante passivo" é aquele indivíduo que não fuma, mas acaba respirando a fumaça dos cigarros fumados ao seu redor. Até hoje, discutem-se muito os efeitos do fumo passivo, mas uma coisa é certa: quem não fuma não é obrigado a respirar a fumaça dos outros. O fumo passivo é um problema de saúde pública em todos os países do mundo. Na Europa, estima-se que 79% das pessoas estão expostas à fumaça "de segunda mão", enquanto, nos Estados Unidos, 88% dos não fumantes acabam fumando passivamente. A Sociedade do Câncer da Nova Zelândia informa que o fumo passivo é a terceira entre as principais causas de morte no país, depois do fumo ativo e do uso de álcool.
Disponível em: www.terra.com.br. Acesso em: 27 abr. 2010 (fragmento).


Texto II

1) O Texto I é uma:
a) narração                b) dissertação                       c) charge        d) notícia

2) Qual é o assunto do Texto I?

3) Explique o que é um “fumante passivo”.

4) Que consequência o fumo passivo pode ter?

5) Leia: “Quem não fuma não é obrigado a respirar a fumaça dos outros.” Você concorda com essa afirmação? Justifique.

6) O fumo passivo ocupa a 3ª posição entre as principais causas de morte. O que mata mais que o fumo passivo?

7) O Texto II não possui palavras como o Texto I, mas também faz uma crítica ao fumo passivo. Explique a relação da imagem com o texto.

8) Os Textos I e II são:
a) divergentes                       b) similares               c) complementares   d) contraditórios

9) Ao abordar a questão do tabagismo, os textos I e II procuram demonstrar que
a) a quantidade de cigarros consumidos por pessoa, diariamente, excede o máximo de nicotina recomendado para os indivíduos, inclusive para os não fumantes.
b) para garantir o prazer que o indivíduo tem ao fumar, será necessário aumentar as estatísticas de fumo passivo.
c) a conscientização dos fumantes passivos é uma maneira de manter a privacidade de cada indivíduo e garantir a saúde de todos.
d) os não fumantes precisam ser respeitados e poupados, pois estes também estão sujeitos as doenças causadas pelo tabagismo.
e) o fumante passivo não é obrigado a inalar as mesmas toxinas que um fumante, portanto depende dele evitar ou não a contaminação proveniente da exposição ao fumo.



Respostas:
1) d) notícia

2) O fumo passivo.

3) É aquele que não fuma, mas respira a fumaça de outros fumantes.

4) A morte.

5) Resposta Pessoal (espera-se que a pessoa concorde com essa afirmação, por uma questão de bom senso)

6) O fumo ativo e o álcool.

7) Na imagem, a fumaça do fumante ativo está enforcando e matando o fumante passivo, a relação com o texto é que os dois mostram que o fumante passivo pode morrer por inalar a fumaça do fumante ativo.

8) c) complementares

9) e) o fumante passivo não é obrigado a inalar as mesmas toxinas que um fumante, portanto depende dele evitar ou não a contaminação proveniente da exposição ao fumo.

Pronomes Oblíquos


1) A mulher diz a sua amiga que o marido e sua mãe estão se dando bem, porque estão brincando juntos, mas isso não é verdade. Por quê?

2) Essa tirinha é atual. Como é possível saber disso?

3) Na fala da mulher, em “Ele tá brincando de enterrá-la na areia!!!”, o pronome destacado refere-se a que palavra dita anteriormente por ela?

4) Identifique a que palavra se referem os pronomes em destaque a seguir:

a) Minha amiga ligou e estou saindo para ajudá-la.

b) Perdi meu celular, você me ajuda a encontrá-lo?

c) Marina está chorando porque cortaram-na da peça.

d) Já terminei de ler seu livro, vou deixá-lo na sua casa.

e) O garoto está chorando porque o acusaram de um crime.

f) Você viu minhas chaves? Tinha certeza de que as esqueci aqui.

g) Deixei meus livros na sua mesa. Não os jogue fora.

h) Pedro está apaixonado por Laura. Ele vai pedi-la em casamento.


i) Entrou uma barata no meu quarto. Ajude-me a matá-la.




Respostas:

1) Porque ele enterrou a sogra e escreveu "Aqui jaz anaconda", chamando-a de cobra.

2) Porque ele fala que a foto vai para o Facebook.

3) Mamãe.

4) a) amiga
b) celular
c) Marina
d) livro
e) garoto
f) chaves
g) livros
h) Laura
i) barata

Palavras com S que têm som de Z (tirinha)


1) No 2º quadrinho, ao dizer que o homem que passou está em fase terminal da vida, o que o leitor pensa que vai acontecer com esse homem?

2) O 3º quadrinho é responsável pelo humor do texto, pois nele o leitor descobre do que se trata a fase terminal da vida do homem. O que de fato aconteceria com ele?

3) Pela tirinha, que visão os dois personagens sentados no bar têm do casamento?

4) As palavras FASE e CASAR são escritas com S, mas têm som de Z. Descubra as palavras a seguir que, da mesma forma se escrevem assim, seguindo as pistas:
a) Língua falada no Brasil e em Portugal: __ O __ __ U __ U __ __ A
b) Percepção do mundo exterior pelos olhos: __ I __ __ O
c) Ato de ir ver alguém por cortesia ou obrigação: __ I __ __ T __
d) Casa de detenção, penitenciária: __ R __ __ __ D __ __
e) Gasto: __ E __ P __ __ A
f) Separar, afastar do convívio social: __ __ O __ __ R
g) Acontecimento trágico: D __ __ A __ __ R __
h) Fase crítica de uma situação ou doença; momento de desequilíbrio emocional:
__ R __ __ E
i) Quem tem medo de tudo: __ __ D __ __ __ O
j) Membro superior das aves que permite que elas voem: __ __ __
k) Lugar muito belo e agradável: P __ __ A __ __ O
l) Destruir, danificar; fazer muito sucesso: A __ __ A __ __ R



Respostas:

1) Pensa que ele está com uma doença terminal e vai morrer.

2) Ele vai se casar.

3) Que o casamento é o fim da vida.

4) a) PORTUGUESA
b) VISÃO
c) VISITA
d) PRESÍDIO
e) DESPESA
f) ISOLAR
g) DESASTRE
h) CRISE
i) MEDROSO
j) ASA
k) PARAÍSO
l) ARRASAR

Cartaz sobre as drogas


1) Esse cartaz é uma:
a) notícia                  c) publicidade
b) charge                   d) carta

2) O cartaz é um gênero textual cuja finalidade é informar as pessoas, sensibilizá-las sobre determinado assunto. O cartaz em estudo foi criado pelo cartunista Ziraldo, a pedido da Prefeitura do Rio de Janeiro.
a) Qual é a finalidade desse cartaz?

b) Que tipo de público esse cartaz pretende atingir?

c) Considerando a entidade responsável pelo cartaz e a finalidade que se tem vista com ele, onde você acha que esse cartaz deve ser afixado para que atinja seu objetivo?

3) Os cartazes geralmente apresentam linguagem verbal (palavras) e visual (imagem). Responda com relação ao cartaz em estudo:
a) O texto escrito é suficiente para transmitir a mensagem, mas a imagem ajuda. Por quê?
(  ) Porque explica o texto.
(  ) Porque chama a atenção do leitor.

b) Explique a relação existente entre a ilustração e o texto.


4) Explique o sentido do enunciado “Quem faz a sua cabeça é você”

5) O texto do cartaz está na linguagem:
(  ) formal, pois segue as regras da gramática.
(  ) informal, pois faz uso de gíria.


6) Analise o texto verbal do cartaz e responda: Por que foi usada a expressão “NÃO A DROGA”, quando geralmente se utiliza “Não à droga”?



Respostas:

1) c) publicidade

2) a) Conscientizar as pessoas para que não usem drogas.
b) Os jovens
c) Em praças públicas, escolas, ônibus etc.

3) a) Porque chama a atenção do leitor.
b) As flores dão a ideia de coisas boas, boas ideias, remetendo à vida sem drogas como uma vida boa, florida, com bons pensamentos.

4) A ideia é que os jovens decidam os rumos de sua vida e não se deixem influenciar por outras pessoas, com ideias erradas, como o uso de drogas.

5) informal, pois faz uso de gíria (ex: fazer a cabeça)

6) Porque é uma continuação da frase "Quem faz a sua cabeça é você, não a droga"

Propagandas sobre Balões

1) Esses textos são exemplos de:
a) notícia                    c) artigo de opinião
b) narração                d) publicidade

2) A propaganda é um texto criado para convencer pessoas. O objetivo dessas três propagandas é o mesmo. Qual?

3) Qual é o público-alvo dessa propaganda (a quem ela se dirige)?

4) Qual seria a melhor época do ano para divulgar essas propagandas?

5) Responda de acordo com a 1ª propaganda:
a) O balão foi representado como se fosse humano e com um motosserra na mão. Qual é o objetivo de apresentá-lo dessa forma?

b) O que as pessoas devem fazer se souberem de alguém que soltou um balão?

c) Por que, além da floresta, há também uma casa no cenário da propaganda?

6) Responda de acordo com a 2ª propaganda:
a) A frase central da propaganda foi escrita como se modificasse uma outra frase. Que frase é essa?

b) A palavra legal, na frase original, tem que sentido?
(  ) De acordo com a lei.                  (  ) Ótimo, bom.

c) Com a nova construção da frase e o acréscimo da expressão “crime ambiental”, em que sentido a palavra legal foi usada?
(  ) De acordo com a lei.                  (  ) Ótimo, bom.

d) O que pode acontecer com quem solta balão, de acordo com a lei?

e) Nessa propaganda, que argumento é usado para convencer o leitor a não soltar balão?

7) Agora responda com base na 3ª propaganda:
a) Nessa propaganda, dois argumentos são usados para convencer o leitor. Quais?

b) Quem está repreendendo a pessoa que iria soltar um balão?


c) Como essa pessoa se sentiu nessa situação? Justifique com elementos da propaganda.



Respostas:

1) d) publicidade

2) Convencer as pessoas a não soltarem balões.

3) Pessoas que soltam balões.

4) Na época das festas juninas.

5) a) Mostrar que o balão destrói a natureza.
b) Denunciar, ligando para a polícia.
c) Para mostrar que a queimada pode chegar até as casas também.

6) a) Soltar balões é legal.
b) ótimo, bom
c) de acordo com a lei.
d) 1 a 3 anos de prisão ou multa.

7) a) Quem ama a natureza não solta balões/ Soltar balão é crime.
b) O policial.
c) Se sentiu envergonhada, porque tapou o rosto.

A estranha passageira

A estranha passageira
(Stanislaw Ponte Preta)


– O senhor sabe? É a primeira vez que eu viajo de avião. Estou com zero hora de vôo – e riu nervosinha, coitada.
Depois pediu que eu me sentasse ao seu lado, pois me achava muito calmo e isto iria fazer-lhe bem. Lá se ia a oportunidade de ler o romance policial que eu comprara no aeroporto, para me distrair na viagem. Suspirei e fiz o bacano respondendo que estava às suas ordens.
Madama entrou no avião sobraçando um monte de embrulhos, que segurava desajeitadamente. Gorda como era, custou a se encaixar na poltrona e a arrumar todos aqueles pacotes. Depois não sabia como amarrar o cinto e eu tive que realizar essa operação em sua farta cintura.
Afinal estava ali pronta para viajar. Os outros passageiros estavam já se divertindo às minhas custas, a zombar do meu embaraço ante as perguntas que aquela senhora me fazia aos berros, como se estivesse em sua casa, entre pessoas íntimas. A coisa foi ficando ridícula.
– Para que esse saquinho aqui? – foi a pergunta que fez, num tom de voz que parecia que ela estava no Rio e eu em São Paulo.
– É para a senhora usar em caso de necessidade – respondi baixinho.
Tenho certeza de que ninguém ouviu minha resposta, mas todos adivinharam qual foi, porque ela arregalou os olhos e exclamou:
– Uai... as necessidades neste saquinho? No avião não tem banheiro?
Alguns passageiros riram, outros – por fineza – fingiram ignorar o lamentável equívoco da incômoda passageira de primeira viagem. Mas ela era um azougue (embora com tantas carnes parecesse um açougue) e não parava de badalar. Olhava para trás, olhava para cima, mexia na poltrona e quase levou um tombo, quando puxou a alavanca e empurrou o encosto com força, caindo para trás e esparramando embrulhos para todos os lados.
O comandante já esquentara os motores e a aeronave estava parada, esperando ordens para ganhar a pista de decolagem. Percebi que minha vizinha de banco apertava os olhos e lia qualquer coisa. Logo veio a pergunta:
– Quem é essa tal de emergência que tem uma porta só para ela?
Expliquei que emergência não era ninguém, a porta é que era de emergência, isto é, em caso de necessidade, saía-se por ela.
Madama sossegou e os outros passageiros já estavam conformados com o término do “show”. Mesmo os que mais se divertiam com ele resolveram abrir os jornais, revistas ou se acomodarem para tirar uma pestana durante a viagem.
Foi quando madama deu o último vexame. Olhou pela janela (ela pedira para ficar do lado da janela para ver a paisagem) e gritou:
– Puxa vida!!!
Todos olharam para ela, inclusive eu. Madama apontou para a janela e disse:
– Olha lá embaixo.
Eu olhei. E ela acrescentou: – Como nós estamos voando alto, moço. Olha só... o pessoal lá embaixo até parece formiga.
Suspirei e lasquei:
– Minha senhora, aquilo são formigas mesmo. O avião ainda não levantou vôo.

Preta, Stanislaw Ponte. Garoto linha dura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.

Estudo do Texto

1)      O narrador desse texto é:
(  ) Narrador-observador (conta algo que viu ou soube por alguém)
(  ) Narrador-personagem (participa da história)

2)     Que palavra é usada no texto pelo narrador para se referir à estranha passageira

3)     Por que a estranha passageira estava nervosa?

4)     Escreva com suas palavras como foi a entrada da estranha passageira no avião, descrita pelo narrador no 3º parágrafo.

5)     A mulher perguntou qual a finalidade do saquinho que o avião disponibiliza aos passageiros e o homem respondeu: “É para a senhora usar em caso de necessidade”.
a)     De que forma a mulher entendeu essa fala?

b)     O que o homem quis dizer com “caso de necessidade”?

6)     Que mancada a passageira deu com relação à saída de emergência?

7)     Leia: “Foi quando madama deu o último vexame”. Qual foi o último vexame da estranha passageira?






Respostas:

1) Narrador-personagem
2) Madama
3) Porque era a 1ª viagem dela de avião.
4) Ela entrou cheia de embrulhos e muito desajeitada.
5) a) Entendeu que era para usar para fazer xixi ou cocô.
b) Ele quis dizer que era para usar em caso de enjoo.
6) Achou que era uma pessoa chamada emergência.
7) Achou que as formigas eram pessoas que estavam no solo, sendo que o avião ainda nem havia decolado.